26 agosto 2007

Família: Idéia de Deus - 1/6‏

Hoje estamos começando uma série de pregações intitulada “Família: idéia de Deus”.
Esse é um assunto palpitante, uma vez que se encontra no centro da vida das igrejas; prático, já que todos estamos diretamente ligados a ele; e extenso, dado à abrangência que o tema pode alcançar na psicologia, sociologia e antropologia.
Durante o tempo em que vamos refletir sobre esse tema não é nossa proposta fazer uma abordagem acadêmica, mas uma reflexão bíblica, sem deixar de lado elementos que possam nos ajudar a compreender melhor os problemas que temos enfrentado para viver família à luz da palavra de Deus.
Vamos dividir nosso tempo em três blocos: No primeiro bloco vamos compreender a evolução da família a partir de seus primórdios até a forma como a conhecemos no século XXI e pereceber as diferentes faces com que ela se apresenta em nossos dias.
No segundo bloco vamos listar os principais desafios relacionados a ela relacionados na atualidade e procurar respostas para esses desafios na Palavra de Deus;
No terceiro bloco vamos identificar uma proposta bíblica para a família, destacar os principais impactos causados pelo pecado nos relacionamentos familiares e esclarecer os papeis de marido, esposa e filhos, segundo as escrituras;
A FAMÍLIA DO SÉCULO XXI: COMO CHEGAMOS ATÉ AQUI
As Mutações Históricas da Família
A noção que hoje temos sobre família não foi sempre preponderante no decorrer da história. O que hoje compreendemos como família (pai, mãe e filhos) era, no passado, uma pequena unidade de uma estrutura maior que poderia ser caracterizada como tribo ou família tribal.
Ela era formada por grupos de pessoas que viviam em um mesmo lugar, por grupos com ligações genealógicos, relações de parentesco ou de associação, ou ainda por grupos de pessoas com os mesmos interesses e obrigações. Os núcleos familiares do jeito que conhecemos hoje estavam presentes na Antigüidade, mas não eram o foco principal da estrutura familiar.
É fácil ver isso na Bíblia. No Antigo testamento não existe palavra que corresponda precisamente ao moderno termo família, composta de pai, mãe e filhos. A melhor aproximação é o vocábulo Bayith (casa), traduzido como família em I Cr 13:14, II Cr 35:5, 12 e Sl 68:6.
No livro de Josué (7:16-18) há um relato sobre um homem chamado Acã, que havia desobedecido às ordens dadas por Josué ao soldados para não se apropria dos espólio de uma batalha. Esse relato pode nos dá uma boa perspectiva sobre as estruturas familiares existentes na época do antigo testamento.
(16) Então, Josué se levantou de madrugada e fez chegar a Israel, segundo as suas tribos; e caiu a sorte sobre a tribo de Judá. (17) Fazendo chegar a tribo (shêbheth) de Judá, caiu sobre a família (mishpachath) dos zeraítas; fazendo chegar a família(mishpachath) dos zeraítas, homem por homem, caiu sobre Zabdi; (18) e, fazendo chegar a sua casa (bayith), homem por homem, caiu sobre Acã, filho de Carmi, filho de Zabdi, filho de Zera, da tribo de Judá. (Js 7:16-18)
Acã era casado e pai de filhos, mas ainda assim era considerado como da família de seu avô. Isso nos ajuda a compreender melhor o conceito de Família Tribal, que é uma espécie de cone no qual o ancestral fundador está no cume, e todos os seus descendente vivos são a base.
O estudiosos dizem que a família tribal tinha pelo menos cinco funções básicas: reprodução, por meio da qual a tribo se perpetuava; educação, que possibilitava conservar e transmitir crenças e valores, além das aptidões necessárias à sobrevivência; segurança, que propiciava os meio de proteção de seus membros; cooperação, que promovia os meios de produção básicos e uma divisão do trabalho e apoio, que permitia atender às diversas necessidades psicossociais do ser humano.
Na verdade não foram os estudiosos que inventaram essa funções, eles apenas as descobriram. Essas funções, exercidas pela família, são parte da resposta de Deus às necessidades humanas presentes em nossa natureza e que ainda hoje clamam para serem atendidas.
Reprodução
Em Gênesis 1:27, 28 podemos ver a orientação do Senhor para que a humanidade se multiplicasse e enchesse a Terra, cumprindo assim a função reprodutiva da família.
(27) Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. (28) E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela terra. (Gn 1:27-28)
Gerar filhos não é a única função da família, mas é uma das funções da família. Deus não nos incita a gerar filhos de forma irresponsável, mas Ele entrega à família o privilégio de compartilhar com Ele do ato de criar, ao gerar uma nova vida.
No entanto, em um mundo corrompido pelo pecado, em que a própria natureza geme esperando que Deus a liberte, nem todos temos a capacidade fisiológica de gerar filhos.
Na Bíblia há histórias de casais que não podiam gerar filhos como Elcana e Ana, Manoá e sua esposa. A bíblia conta história de mulheres que clamaram a Deus por um filho como fez Ana:
(1) Houve um homem de Ramataim-Zofim, da região montanhosa de Efraim, cujo nome era Elcana, filho de Jeroão, filho de Eliú, filho de Toú, filho de Zufe, efraimita. (2) Tinha ele duas mulheres: uma se chamava Ana, e a outra Penina. Penina tinha filhos, porém Ana não os tinha. (3) De ano em ano este homem subia da sua cidade para adorar e sacrificar ae Senhor dos exércites em Siló. Assistiam ali os sacerdotes do Senhor, Hofni e Finéias, os dois filhos de Eli. (4) No dia em que Elcana sacrificava, costumava dar quinhões a Penina, sua mulher, e a todos os seus filhos e filhas; (5) porém a Ana, embora a amasse, dava um só quinhão, porquanto o Senhor lhe havia cerrado a madre. (6) Ora, a sua rival muito a provocava para irritá-la, porque o Senhor lhe havia cerrado a madre. (7) E assim sucedia de ano em ano que, ao subirem à casa do Senhor, Penina provocava a Ana; pelo que esta chorava e não comia. (8) Então Elcana, seu marido, lhe perguntou: Ana, por que choras? e porque não comes? e por que está triste o teu coração? Não te sou eu melhor de que dez filhos? (9) Então Ana se levantou, depois que comeram e beberam em Siló; e Eli, sacerdote, estava sentado, numa cadeira, junto a um pilar do templo do Senhor. (10) Ela, pois, com amargura de alma, orou ao Senhor, e chorou muito, (11) e fez um voto, dizendo: ó Senhor dos exércitos! Se deveras atentares para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva não te esqueceres, mas lhe deres um filho varão, ao Senhor o darei por todos os dias da sua vida, e pela sua cabeça não passará navalha. (1Sa 1:1-11)
Deus atendeu à oração de Ana, mas em sua sabedoria eterna nem sempre nossos pedidos são atendidos.
Foi o que aconteceu com um casal de amigos que orou ao Senhor pedindo filhos, utilizou-se de vários métodos de concepção, mas não puderam gerar filhos de si mesmos. Esse casal aprendeu a duras penas lições que talvez só pudessem ser aprendidas daquela maneira.
Depois de um tempo de muita luta com Deus e de recuperação emocional, Deus operou de uma maneira miraculosa e eles decidiram adotar uma criança. Acabaram adotando duas meninas.
Mas, o que sempre me impressionou na experiência desse casal é o testemunho desse meu amigo de que depois de algum tempo visitando as meninas em um orfanato, ao voltar para casa, um dia ele teve a sensação de que havia deixado suas filhas e desejou levá-las para casa.
Disse ele que a partir daquele momento começou a compreender melhor o amor de Deus que também nos adotou em sua família, pagando como preço dessa adoção a vida de seu único filho legítimo: Jesus Cristo.
Hoje há casais que não desejam ter filhos. Muitas vezes o desejo de não gerar filhos está ligado à uma questão econômica: nos sonhos que eles têm para si mesmos não cabem filhos; outras vezes, com medo do mundo caótico em que vivemos, eles se perguntam se vale a pena colocar mais um vida neste mundo.
A vida é um presente de Deus. Ela é sempre bem-vinda. Filhos nos ensinam a abrir mão do egoísmo, a rejeitar a avareza, a compartilhar o que temos e somos. Filhos são um alerta de que não somos um fim em nós mesmos. Não é uma tarefa fácil. Mas concebê-los, de nossas entranhas ou do coração, é participar com Deus da sua criação.
Educação
Outra função da família é a Educação. É da família o principal papel na transmissão às gerações seguintes da cultura, crenças e valores que devem ter continuidade. Em Deut. 6:6-7 o Senhor orienta seu povo (naquele momento uma grande família tribal) a ensinar aos seus filhos o amor a Deus e às pessoas; era preciso explicar às novas gerações porque valia a pena amá-lo e obedecer-lhe. Assim, a família cumpria sua função educativa.
(4) Ouve, ó Israel; o Senhor nosso Deus é o único Senhor. (5) Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todas as tuas forças. (6) E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; (7) e as ensinarás a teus filhos, e delas falarás sentado em tua casa e andando pelo caminho, ao deitar-te e ao levantar-te. (8) Também as atarás por sinal na tua mão e te serão por frontais entre os teus olhos; (9) e as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas (Dt. 6:4-9)
Hoje há certa confusão em relação à educação das crianças. A estrutura de muitas famílias não permite aos pais passar tempo com seus filhos. Pai e mãe trabalham, às vezes o dia todo, e não encontram o tempo necessário para compartilhar a vida com seus filhos.
A educação, então, é transferida para as escolas. Que em vez de se ocuparem apenas com a formação acadêmica das crianças passam a ser indutores de cultura, valores e crenças. A criança, ainda bem pequena, passa mais tempo na companhia das professoras no colégio do que na companhia dos pais. À noite, depois de um dia exaustivo de trabalho, pai e mãe chegam cansados demais para dar atenção aos filhos, sentem-se culpados sufocam os filhos com presentes, mimos e concessões.
Quando a família não cumpre seu papel de educar, as crianças serão educadas em outro lugar. Quando você, papai e mamãe, não assume sua responsabilidade de estar perto dos seus filhos e ensinar pelo exemplo sobre o que realmente é importante na vida; quando você abre mão de ensinar pelo exemplo sobre o amor a Deus acima de todas as coisas e o respeito pelas pessoas, seus filhos aprenderam eu outro lugar, de outras pessoas, coisas que talvez você nunca ensinaria para eles.
Quando os filhos vão crescendo é normal que essa função de educação passe a ser compartilhada com outras instituições da sociedade, mas é na família que ela tem suas expressão mais forte: por ação ou por omissão.
Proteção
Em Gênesis 3:21, Deus ensina as primeiras lições práticas sobre proteção como uma das funções da família. Ele revela seu cuidado com a segurança do casal Adão e Eva e providencia para eles vestimentas de pele para protegê-los do frio e do calor.
(21) Fez o SENHOR Deus vestimenta de peles para Adão e sua mulher e os vestiu. (Gn 3:21)
Família é lugar de abrigo e segurança. Adão e Eva tinham desobedecido a Deus. Mais que isso, eles desacreditaram na bondade de Deus e fizeram exatamente o que Ele havia dito que fosse feito. O Senhor, então, ensina na prática, que a família não é lugar de condescendência, mas é lugar de proteger. O erro cometido por Adão é Eva não foi considerado sem importância, mas Deus não lhe negou proteção e cuidado.
A polícia protege contra os marginais (pelo menos deveria proteger), mas quem nos protege de nós mesmos, quem nos protege dos medos que escondemos fora de casa, quem nos protege enquanto aprendemos a lidar com nossas limitações? Proteger é função da família.
Família não é lugar de zombaria, nem pode ter espaço para ser fazer pouco caso um do outro. Família não é lugar de explorar a fraqueza dos outros, mas para de fortalecimento mútuo para enfrentar a vida.
A família não é lugar de complacência mútua, mas é lugar em que há espaço para sermos nós mesmos e ainda assim nos sentirmos amados. Família é uma espécie de casulo que protege e prepara para a vida.
Quando a família não cumpre seu papel de proteger, a proteção é buscada de outra forma, em outro lugar, em outras pessoas. Algumas vezes a igreja cumpre esse papel. Para aqueles que forma rejeitados por suas famílias por causa da fé em Jesus Ele promete muitos irmãos, irmãs, mãe, pais e filhos.
(29) Respondeu Jesus: Em verdade vos digo que ninguém há, que tenha deixado casa, ou irmãos, ou irmãs, ou mãe, ou pai, ou filhos, ou campos, por amor de mim e do evangelho,
(30) que não receba cem vezes tanto, já neste tempo, em casas, e irmãos, e irmãs, e mães, e filhos, e campos, com perseguições; e no mundo vindouro a vida eterna. (Mar 10:29-30)
Para aqueles que se sentem rejeitados pelo mundo, e vivem neste mundo sem paz, como forasteiros em terra estranha, sem conexão com ninguém, o Senhor oferece sua família, como lugar de proteção e cuidado.
(14) Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derrubando a parede de separação que estava no meio, na sua carne desfez a inimizade, (15) isto é, a lei dos mandamentos contidos em ordenanças, para criar, em si mesmo, dos dois um novo homem, assim fazendo a paz, (16) e pela cruz reconciliar ambos com Deus em um só corpo, tendo por ela matado a inimizade; (17) e, vindo, ele evangelizou paz a vós que estáveis longe, e paz aos que estavam perto; (18) porque por ele ambos temos acesso ao Pai em um mesmo Espírito.
(19) Assim, pois, não sois mais estrangeiros, nem forasteiros, antes sois concidadãos dos santos e membros da família de Deus, (20) edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, sendo o próprio Cristo Jesus a principal pedra da esquina; (21) no qual todo o edifício bem ajustado cresce para templo santo no Senhor, Eph 2:22 no qual também vós juntamente sois edificados para morada de Deus no Espírito. (Eph 2:14-22)
Cooperação
Em Gênesis 2:15, Deus orientou Adão para que cultivasse e guardasse o jardim, oferecendo assim à primeira família o caminho para a obtenção de seu sustento e ao mesmo tempo ensinando-lhes sobre função cooperativa da família.
15 Tomou, pois, o SENHOR Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar.
É uma função da família ensinar seus membros a obter o sustento necessário para sua sobrevivência. Ela deve fazer isso de forma cooperativa, aproveitando as capacidades individuais, investindo nas habilidades demonstradas.
Papai e mamãe, vocês não são eternos. Seus filhos precisar ser habilitados a sobreviverem por conta própria. É claro que filhos pequenos dependem de seus pais, mas eles precisam depender cada vez menos. Cada etapa de desenvolvimento deles deve corresponder a novas etapas de independência e responsabilidade até que eles estejam prontos para andar por si mesmos.
Isso só será possível se a família for um espaço de cooperação. Se o tom da família é o egoísmo (cada um por si e todos que se virem) dificilmente será possível cumprir bem o papel de cooperação. É preciso encarar essa questão. Cooperar, significa agir juntos, como um time. Mas se cada um busca apenas o seu próprio interesse não há cooperação.
Quando a família falha e promover cooperação e treinamento para a vida, estaremos entregando à sociedade pessoas incapazes de sobreviverem por conta própria. Pessoas que serão um peso para a sociedade e para a própria família.
Apoio
Em Gênesis 2:20-24, vemos o cuidado de Deus com a necessidade humana de intimidade e identificação. Vemos também como de uma forma especial Ele constitui o estabeleceu o relacionamento homem – mulher como resposta a essas necessidades, revelando assim a função de apoio a ser exercida pela família.
20 Deu nome o homem a todos os animais domésticos, às aves dos céus e a todos os animais selváticos; para o homem, todavia, não se achava uma auxiliadora que lhe fosse idônea. 21 Então, o SENHOR Deus fez cair pesado sono sobre o homem, e este adormeceu; tomou uma das suas costelas e fechou o lugar com carne. 22 E a costela que o SENHOR Deus tomara ao homem, transformou-a numa mulher e lha trouxe. 23 E disse o homem: Esta, afinal, é osso dos meus ossos e carne da minha carne; chamar-se-á varoa, porquanto do varão foi tomada. 24 Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne. (Gn 2:20-24)
Família não é lugar de competição entre marido e mulher. Família não é lugar de concorrência pra ver quem tem mais diplomas, quem ganha mais dinheiro, quem tem mais amigos, quem tem o melhor discurso, ou qualquer outro tipo de disputa. Família não é lugar de auto-afirmação pelo desprezo do outro.
A palavra chave é apoio mútuo. Deus nos fez complementares para que dependêssemos uns dos outros. Por isso, puxar o tapete do outro, expor o ponto fraco, esperar de tocai para acusar, denegrir a imagem diante de terceiros ou qualquer coisa do tipo não ajuda muita coisa para construir um relacionamento de apoio mútuo.
Conclusão
Temos presenciado mudanças muito grandes nas estruturas familiares, mas suas funções básicas são as mesmas, porque elas foram estabelecidas por Deus para suprir nossas necessidades com seres humano.
Não há um retrato único para a família, principalmente quando olhamos sua evolução no transcorrer da história. Mas não podemos esquecer as funções para as quais ela foi instituída por Deus.
A família que cumpre as funções para as quais ela foi instituída é uma miniatura daquilo que Deus deseja prover a todos os seus filhos. Diz o ditado que todos somos filhos de Deus. Mas a Bíblia fala um pouco diferente.
(11) Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. (12) Mas, a todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus; (13) os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus. (Joh 1:11-13)
Se você deseja fazer parte da família de Deus, você precisa receber a Jesus e crer nele como seu Senhor e Salvador. Confiar na morte de Cristo como eficaz para pagar os seus pecados é o seu passaporte para a família de Deus.
Só assim você poderá aproveitar os benefícios de fazer parte desta família, cujo pai e amoroso, cuidados e age sempre em nosso benefício.
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