26 junho 2006

Pastor por Correspondência


Recebi o recorte acima do NCI - Núcleo Cristão de Informação, capitaneado pelo meu amigo Ricardo Marques. O anúncio é ultrajante, mas infelizmente não surpreende. Quando a igreja é considerada como um nicho de mercado e os crentes consumidores que precisam ser agradados, invevitavelmente os pastores acabam por se transformar em empreendedores com a sagacidade que os negócios exigem, mas sem o zelo pelo pastoreio da alma daqueles que o Senhor entregou em suas mãos.

O apóstolo Paulo alertou o jovem pastor Timóteo a respeito desse tipo de gente que considera a piedade como fonte de lucro pessoal.

Se alguém ensina outra doutrina e não concorda com as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo e com o ensino segundo a piedade, é enfatuado, nada entende, mas tem mania por questões e contendas de palavras, de que nascem inveja, provocação, difamações, suspeitas malignas, altercações sem fim, por homens cuja mente é pervertida e privados da verdade, supondo que a piedade é fonte de lucro. (I Timóteo 6:3-5 – RA)

O destino dos mercadores da fé é a exploração, a manipulação, a construção de seus próprios castelos, tudo em nome da obra de Deus. Nehum crente em Jesus tem a obrigação de submeter-se a homens ou mulheres que abandonaram as "sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo". Como sofre o povo de Deus pela ignorância e falta de conhecimento! Como sofre o evangelho de Jesus, nas mãos de detratores e desonestos. Que venha a tua misericórdia sobre todos nós, Senhor!
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