03 junho 2006

Notícias do Caminho



Domingo, vinte e oito de Maio, concluímos a série de mensagens "As Mulheres da Bíblia". Por quatro domingos aprendemos com as vidas de Hagar, Maria mãe de Jesus, Lídia e as irmãs de Lázaro, Marta e Maria.

Hagar, mulher, egípcia, escrava, grávida, rejeitada por seus patrões, fugiu parao deserto e lá encontrou-se com o Deus Eterno, aquele que via sua dores. Hagar foi confrontada com sua identidade, e chamada a enfrentar sua realidade. Hagar não deveria fugir, mas voltar ao lugar das suas dores e confiar em Deus como seu ajudador e consolador. Ela não estava só. Além disso o Senhor tinha planos para o filho que estava em seu ventre. Hagar aprendeu que o Deus que vê nossas dores se importa tanto conosco que não nos deixa fugir mas nos ensina a enfrentar a dura realidade da vida e a aprender confianção Nele.

Maria era uma jovenzinha quando recebeu do anjo Gabriel o aviso de que o Senhor a escolhera para gerar o messias prometido. Embora confusa com as circunstâncias descritas pelo anjo, Maria entendeu rapidamente que dizer sim significava por em risco seus sonhos mais preciosos. Desde então, sua decisão desafia a todos: minha alma engrandece ao Senhor e meu espírito se alegra em Deus meu salvador. Maria decidiu que sua vida, sua emoções seriam dedicadas a engrandecer ao Senhor e que Ele mesmo seria a fonte da sua alegria. Assim Deus lhe deu uma correta imagem sobre si mesma. Nem aquém nem além, mas na medida certa.

Lídia era uma empresária do ramo de confecções. A representante comercial dos vendedores de púrpura de Tiaria era próspera em seus negócios, era bem relacionada na sociedade, tinha amigos influentes, morava confortavelmente mas descobriu que a vida não se resumia a fazer negócios e ganhar dinheiro. Em pleno sábado, Lídia, que não era judia, parou os negócios para orar e ouvir sobre Deus. Nessa parada, o coração sensível às coisas eternas foi impactado pelo evangelho de Jesus. Lídia aceitou de pronto e de imediatao colocou-se a disposição para servir.

Marta e Maria, irmãs, amigas de Jesus e muito diferentes uma da outra. Uma prática, outra contemplativa; uma racional, outra emotiva. Jesus amava a ambas. No entanto, marta andava ansiosa e preocupada com todos os detalhes que a perfeição envolve. O Senhor alerta a amiga Marta que dentre as coisa importantes há aquelas que devem ter prioridade. Marta, Marta... andas ansiosas por muitas coisas... Maria escolheu a melhor parte que não lhe será tirada. Maria não deveria sentir-se culpada por não ser uma Marta mas aquietar seu coração e confiar no Senhor. Ele acolhe tanto as Martas quanto as Marias.

Que o Senhor nos ensine com a vida, as dores, as escolhas e as cores dessas mulheres.
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